Pesquisadores apresentam aplicativo para apoio ao atendimento de saúde mental a crianças e adolescentes

Pesquisadores apresentam aplicativo para apoio ao atendimento de saúde mental a crianças e adolescentes

Ferramenta foi desenvolvida em parceria entre a Unesc, Escola de Economia e Política de Londres, Universidade Federal de Alagoas e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Fotos: Reprodução)

Uma ferramenta que norteia o trabalho de equipes ligadas ao atendimento em saúde mental para crianças e adolescentes é fruto do trabalho de pesquisadores da Unesc, em parceria com a Escola de Economia e Política de Londres, Universidade Federal de Alagoas e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Intitulado como “Mentalkit”, o projeto conjunto consiste no desenvolvimento de um site e um aplicativo nos quais gestores e agentes de saúde encontram informações e dados, frutos de pesquisa científica capazes de auxiliar na definição do melhor encaminhamento para casos de transtornos de saúde mental em crianças e adolescentes.

A proposta da equipe é reunir, de forma clara e confiável, a partir de intensa pesquisa em publicações em torno do assunto, informações importantes para a tomada de decisão e escolha das ações de enfrentamento cabíveis, considerando, inclusive, os custos e o retorno do investimento nas intervenções de acordo com o material e os profissionais envolvidos.

Na tarde desta quarta-feira (15/9) os pesquisadores envolvidos no desenvolvimento da ferramenta apresentaram o resultado do trabalho a profissionais das áreas da saúde e da educação de todo o país, especialmente de Alagoas e do Sul de Santa Catarina. Esta foi a quarta edição dos workshops promovidos para discussão e troca de experiências para aprimoramento do projeto.

Conforme o professor doutor da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, Wagner Silva Ribeiro, a ferramenta deverá estar pronta e disponível em até três semanas. “O workshop serviu mais uma vez para apresentarmos a proposta e colocar os usuários em contato com a ferramenta para nos dar um retorno sobre sua usabilidade e de que forma poderia ser aprimorado. Entendemos que quanto mais municiadas de informação estiverem os profissionais, mais qualificado e fortalecido será o debate e a luta pela garantia de direitos”, apontou.

Para a doutora e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), Cristiane Tomasi, ao estar em contato com o Mentalkit os gestores e profissionais de saúde têm em mãos uma forma de colaborar com o desenho das estratégias de atuação. “Essa ferramenta possibilita que os colaboradores e gestores da saúde avaliem as estratégias adotadas a partir da sua efetividade, pontuando o investimento e o retorno de cada uma delas”, completou.

Participaram também do workshop desta quarta-feira os pesquisadores Sara Evans-Lacko e David MacDaid, da LSE, além do professor da Ufal, Cláudio Miranda.

Cordialmente,

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